Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
Livre Directo

Recuperação do Arsenal

 

 

A luta pelo campeonato inglês parece resumir-se às equipas de Manchester, visto que o Tottenham nas últimas jornadas perdeu alguns pontos que afastaram a equipa de Londres da luta pela Premier League.

 

Na jornada deste fim-de-semana, num derby de Londres, o Tottenham foi goleado no estádio do Arsenal por 5-2. A equipa de White Harte Lane adiantou-se no marcador logo aos 4 minutos, com um golo do francês Louis Saha. Quando Adebayor converteu uma grande penalidade aos 34 minutos, os adeptos dos spurs pensaram que teriam a vitória garantida. Contudo, o campeonato inglês é conhecido por ter grandes jogos, com muitos golos marcados e com grandes reviravoltas. Pois foi isto mesmo que aconteceu, o Arsenal deu a volta ao resultado, aproveitando as inúmeras falhas defensivas do Tottenham. Marcaram para os gunners Sagna, Van Persie, Rosicky e Theo Walcott (por duas vezes).

 

Saltou à vista neste jogo os erros defensivos do Tottenham. A acumulação de erros ao longo do jogo foi bem aproveitada pelo Arsenal, que demonstrou conseguir aproveitar de maneira bastante eficaz os erros adversários.

 

O Arsenal começou o campeonato bastante abalado pelas perdas de Fàbregas, Nasri e Clichy, que chegou a colocar a equipa na segunda metade da tabela por algumas jornadas. As novas contratações levaram algum tempo até se adaptarem à equipa, mas quando o fizeram conseguiram colocar o Arsenal novamente perto do topo da classificação. Neste momento, o Arsenal está no 4º lugar e em perfeitas condições de aspirar uma subida ao 3ºlugar. No entanto, o Tottenham promete lutar bastante para manter a 3ªposição, que dará acesso direto à Liga dos Campeões na próxima época. 

 

 

Por Cláudio Guerreiro 



publicado por Cláudio Guerreiro às 19:51
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012
Lado B


 Diogo Ribeiro seguido pelos “tubarões” europeus

 

 

Diogo Ribeiro tem 21 anos, joga actualmente na equipa de futebol do Sertanense da II Divisão (Zona Sul), é ponta-de-lança e, no passado domingo, foi observado por emissários do Arsenal e do Chelsea no jogo entre o Fátima e o Sertanense, que o Sertanense perdeu por 3-2, mas em que Diogo Ribeiro foi o autor dos dois golos da equipa da Sertã.

Diogo Ribeiro é um exemplo concreto de que nos escalões secundários do futebol português há jogadores com muita qualidade e, se calhar, não é necessário para as principais equipas portuguesas de futebol recorrer a jogadores estrangeiros com tanta frequência, se estiverem mais atentas aos jovens jogadores portugueses que actuam nos escalões secundários.

Para além do Arsenal e do Chelsea, também o Wolfsburgo, o Marselha, o Mónaco e o FC Porto estão a seguir atentamente a prestação deste jovem avançado português.

Diogo Ribeiro é o melhor marcador da II Divisão (Zona Sul) com 9 golos apontados em 15 jornadas e despertou a cobiça dos chamados “tubarões” europeus pelo facto de já ter feito dois “hat-tricks” esta temporada.

Diogo Ribeiro é um jogador formado nas escolas da Académica de Coimbra, tendo sido sucessivamente emprestado pela Académica ao clube satélite da Briosa, o Tourizense, estando agora ao serviço do Sertanense.

Diogo Ribeiro é também um jogador internacional sub-20 por Portugal e, apesar de não ter participado no Mundial de sub-20 disputado na Colômbia no passado Verão, é frequentemente chamado à selecção de Portugal orientada por Ilídio Vale.

Diogo Ribeiro é um jogador que se assemelha a Nélson Oliveira (jogador do Benfica), pelas suas características físicas e técnicas, e quem já o treinou augura-lhe um futuro muito promissor.

Será Diogo Ribeiro o ponta-de-lança que o FC Porto procura? Ou será que o Arsenal e o Chelsea não vão perder tempo e vão querer assegurar já os serviços deste jovem avançado português?

Estas são questões para serem respondidas nos próximos dias ou nas próximas semanas. 

Na minha opinião, Diogo Ribeiro deveria passar primeiro por um “grande” do futebol português e só depois dar o salto para um colosso do futebol mundial, como o Arsenal ou o Chelsea. Digo isto porque penso que passar de uma equipa não profissional para uma equipa de topo mundial é uma mudança muito grande e pode ser prejudicial para a evolução deste jovem talento português.

Termino com esta questão: Será Diogo Ribeiro um dos futuros pontas-de-lança da Selecção AA Portuguesa de futebol, a par de Nélson Oliveira, daqui a cerca de 5 anos?

 



publicado por Bruno Carvalho às 22:21
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012
Porque a vida também é feita a correr...

A qualidade não tem idade... (Scholes-Henry)

 

 

                          Na semana passada regressaram aos relvados ingleses dois, dos maiores extraordinários futebolísticas da pretérita década. Cada vez que um grande jogador se retira dos relvados a saudade invade a alma de todos os amantes mesmo antes do término do jogo. Estamos perante uma peça onde o actor principal vai deixar-nos, deixando o elenco e a história mais pobres, sem tanta razão de existir. Uma nostalgia que transcende qualquer clubite ou preferência. Porque independente dos estilos de jogo, um adepto de futebol quer é ver os melhores executantes em campo. Aqueles que se destacam, aqueles que nos surpreendem, aqueles que são diferentes... Aqueles em que um leigo vê jogar e diz que é diferente, mesmo sem explicar porquê... Porque no toque, criatividade, movimento, posicionamento, coordenação são mais rápidos e inteligentes que os outros, dão uma dinâmica ao jogo acelerada, mas fundamentalmente dão critério e razoabilidade ao jogo, transportando-o para uma tónica lógica proporcionando aos colegas um maior enraizamento táctico. Em situações diferentes, em contextos diferentes, em especificidades técnicas diferentes Scholes e Henry deixaram um enorme vazio nos relvados do Mundo do futebol. O primeiro porque pendurou as chuteiras aos 36 anos o segundo porque trocou o protagonismo dos relvados pelo hollywoodesco futebol americano, numa nova concepção de estrela...

                      Ambos deixaram um enorme legado... Ambos possuem a tal transcendência que motoriza toda a esquematização duma equipa, ambos mesmo querendo descer a passadeira de glória imortalizada ao longo de anos e anos a fio de mediatismo Mundial, mesmo querendo descansar da pressão a que estão sujeitos, veem-se obrigados a regressar ao seu palácio de conquistas...

                        Num futebol cada vez mais exigente e competitivo, onde a técnica e a capacidade física se intersectam de forma permanente, dando uma velocidade e agilidade ao jogo nunca antes problematizada, enraizando-a ainda num novo complexo e rigoroso esquema táctico parece que não à espaço para aqueles que estão fora da idade padrão futebolística. A completude que se exige pretende aliar um conjunto de características físicas, técnicas e psicológicas que devido a toda esta imperativa aglutinação tende a encurtar a carreira dum jogador...

Contudo a genialidade, a inteligência, a imprevisibilidade, a frieza são características inatas, que mesmo que desaliadas num protótipo físico de outrora conseguem face ao catapultar da experiência superir todas as fragilidades enunciadas.

Por isso talvez com um pouco mais de esforço físico, com um pouco mais de suor e cansaço Henry e Scholes regressem agora ao climáx das suas carreiras...

                      Mas a qualidade, essa se associada a uma mentalidade ganhadora não se perde com a imediatez que o futebol moderno pretende, essa continua lá por isso Henry me deu a analepse dos meus 12/13 anos em que o via no Highbury Park fazer aqueles remates em desvio... Por isso o controlo, gestão e organização de Scholes contribuiram de forma decisiva para a desforra duma batalha citadina que ainda está longe de terminar... Os génios não envelhecem... Mas mais importante é perceber que a sua mentalidade rejuvenescida ainda nos vai dar novos actos de peças que julgávamos já encerradas...

 

 



publicado por João Perfeito às 23:59
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