1 a zero:
De Sarah Saint-Maxent a 8 de Julho de 2011 às 21:31
apesar de já não ter nenhum atleta num «grande» europeu, não ganha o rugby português com este regresso?

a não ser que seja o perpetuar da liderança do GDDireito...


De Pedro Santos a 8 de Julho de 2011 às 21:55
se fosse para outro clube ainda puderia aumentar a competitividade. assim é simplesmente o que dizes, perpetuar a liderança do direito.

pessoalmente prefeira continuar a ve lo "la fora". era uma especie de embaixador do rugby portugues,e tal como já disse varias vezes so se pode evoluir se os nossos jogadores passarem para campeonatos mais competitivos. isto é um retrocesso


De Sarah Saint-Maxent a 9 de Julho de 2011 às 11:07
got it. também achei que fosse um bocado por aí...


De Pedro Santos a 9 de Julho de 2011 às 13:20
aquilo que o Direito faz, para mim é perverso. têm a maioria dos jogadores da selecção nacional, o que apenas perpetua um dominio que raramente é batido.

isto nao faz bem à competição. criaram um monopólio, que abafa completamente as outras equipas. se fosse possivel "descentralizar" os jogadores internacionais e reparti-los pelas várias equipas, a competitividade seria muito maior


De Sarah Saint-Maxent a 10 de Julho de 2011 às 02:55
hum, percebo o que queres dizer, mas parece-me que tb é «falha» das outras equipas. a competitividade surge do investimento dos clubes e, de facto, o GDD tem oferecido melhores condições aos melhores jogadores... non?

não é por acaso que continuam a jogar num campo em que tiveram que ser os próprios jogadores a juntar fundos para refazer os balneários. alguma coisa há no GDD que os atrai para lá, ao invés de para outras equipas do campeonato nacional


De Pedro Santos a 10 de Julho de 2011 às 18:14
claro que ha falha das outras equipas. se não investem não podem querer ter bons jogadores. mas se não têm bons jogadores nao ganham jogos e nao atraem investimento. é um ciclo vicioso.
o GDD é neste momento indiscutivelmente o dominador em Portugal. basta dizer que têm jogadores como Joao Correira, Vasco Uva, Eduardo Acosta, Pedro Leal, Aderito Esteves, António Aguilar, etc, etc, etc.

O que se passa é o seguinte, estes jogadores (que são a base da selecção) apenas fazem 7/8 jogos competitivos, quando encontram o Belenenses, o CDUL e a Agronomia, quando jogam com o Tecnico, o Benfica, a Academica, o CDUP ou o CRAV, o resultado atinge facilmente os 3 digitos.

Ora se fosse possivel distribuir os jogadores por equipas, por exemplo colocar 3/4 internacionais por equipa, todos os jogos seriam muito mais competitivos, e os nossos internacionais em vez de 7/8 jogos competitivos, fariam 15/16 por epoca. Eu sei que é utopico, mas no meu entender aumentaria a competitividade.

O que atrai os jogadores para o Direito, não vou dizer que é o dinheiro, pois nem este abunda no nosso rugby, nem os jogadores em Portugal se movem por ele. tambem nao sao as condiçoes logisticas, por estas em Monsanto são francamente más. O Direito tem tradiçao e neste momento é a unica equipas portuguesa que poderia eventualmente participar numa competição europeia. E claro, se ganham é mais facil atrair jogadores. um jogador quer sempre jogar onde se ganha. No caso do Uva, é por ser a equipa onde se formou e onde joga o irmão.


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