1 a zero:
De João Perfeito a 21 de Junho de 2011 às 17:15
Não estando por dentro do basquetebol acho que percebi a ideia fundamental do artigo. No fundo é isto o triunfo da completude. Penso que essa análise de James pode-se alargar a outros jogadores doutros desportos. Falando por exemplo de Cristiano Ronaldo. Que está longe de ser o jogador mais tecnicista, habilidoso e finalizador do Mundo. Mas juntando tudo e falando a nível individual é sem dúvida o melhor jogador do Mundo. Vivemos numa sociedade de espectáculo onde só se dá valor aquilo qué diferente, àquilo que parece transcendental. E esqueçemos que o mais difícil é manter um nível bom em todos os aspectos- do que somente ser o melhor num. Por isso James faz uma equipa. E exsite uns Cleveland Cavaliers com e sem James. Existe uns Miami com e sem James. Tal como existe um Manchester com e sem Ronaldo. Um Real com e sem Ronaldo. Um Barça sem Messi? Temos a Espanha 2008 e 2010...


De Óscar Morgado a 21 de Junho de 2011 às 18:04
Boa palavra: transcendental. É precisamente isso que o James é. Scottie Pippen (e claro, também o próprio Jordan, embora não fosse tão abrangente) nos Bulls era o homem para todo o serviço, e era bom nisso. Nos anos 60 - Oscar Robertson - um base que ganhou um MVP a fazer médias de mais de 10 assistências, 10 ressaltos, e mais de 30 pontos, a fazer de tudo um pouco.


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