1 a zero:
De Vitor Pereira a 12 de Abril de 2012 às 01:39
O que vale é que o futebol é tão estatísticamente perfeito que eu vou ser campeão...


De Amante a 12 de Abril de 2012 às 01:55
Falso! Uma luta não se traduz simplesmente em golos. Senão Peyroteo seria relembrado como o melhor de sempre. Nem tão pouco em vitórias, senão o mesmo aplicativo do ponto anterior. Maradona, Rivelino, Van Basten, Zidane, Péle, George Best, Di Stefano, Yashine, Beckenbauer, etc... não são somente lembrados pelo que venceram, mais sim pelo que conseguiram mostrar ao longo dessas conquistas. Ficam na memória momentos como a «mão de deus» de Dios, o «elástico» de Rivelino, o golo de primeira do holandês, o tiro ao Leverkusen do francês, o golo na final de 1958 do rei, a magia de Best misturada com a sua vida a 100 à hora, o maestro das conquistas argentino/espanhol, o gato/aranha russo que nada deixava passar e o Kaiser a levar a Alemanha ao Mundial, tanto como jogador, como treinador.

Tanto Messi, como Ronaldo um dia terão esses momentos. O primeiro é mágico, o segundo é trabalhador. O primeiro representa aquilo que somos em criança, representa o «Tsubasa» que todos gostávamos de ser. Não sabemos o que pudemos esperar dele. E melhor, é tudo natural, parece não necessitar de muito esforço, tendo à volta dele sido montada uma equipa que não há memória. O segundo é perfeccionista, onde está merece estar. Não é um humano normal, é alguém bem fixado no que quer, de onde vem e para onde vai. Eu? Gosto de ambos, mas sei ver que enquanto Ronaldo é um dos melhores, o Messi será muito provavelmente o melhor de sempre. E porquê? Porque no futebol «podemos ignorar a realidade». É um mundo de fantasia, onde a eficácia é importante (o argentino então bem o demonstra, tal como o português), mas não é tudo.


De Tiago Santos a 12 de Abril de 2012 às 19:31
opiniões... acho que daqui por 5 anos ai sim puderemos dizer quem era de facto o melhor dos dois. Já melhor de sempre é muito mais relativo.

Esta ano a bola de ouro vai para quem ganhar a final de Munique e ponto final na conversa (a não ser que Ronaldo fosse campeão europeu o que é altamente improvavel)


De João Perfeito a 14 de Abril de 2012 às 00:20
Isso é óbvio, fruto dos critérios da FIFA.
Agora eu tenho outra opinião.
Quanto à questão de ficar na História, prefiro dar a minha opinião agora do que daqui a 5 anos... Acho que não faz sentido quando as carreiras de ambos terminarem virem teóricos fazer livros a explicar porque um é melhor que outro por exemplo. Aí vai ser fácil... Mais difícil é prever o futuro e deixar um palpite e acho mais sensato enganar-me rondandamente mas ao menos mostrar a minha convicção do que esperar 5 anos e depois aí dizer qualquer coisa sobre o assunto...


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