1 a zero:
De stevefg_8 a 27 de Janeiro de 2011 às 13:39
escrevo isto e depois leva 3-0 do djokovic lol


De João a 27 de Janeiro de 2011 às 16:16
Steve

O artigo está muito bem escrito mas tem algumas falhas do meu ponto de vista.

Existe uma ideia ilusória que Federer e Messi, tem talento natural e que não o trabalham e que Nadal e Ronaldo são escravos do trabalho.

Mas esta diferenciação não decorre do talento mas sim na nossa concepção de talento.

O que é o talento natural?

Para quase todos é a capacidade técnica natural elevada ao expoente máximo. No ténis traduzida por jogadas como ensinam os livros (maquinização das pancadas), com movimentos perfeito conforme as leis do jogo. No futebol traduz-se pela capacidade de driblar, fintar e amrcar golo.

Ora no caso de Federer, ninguém pode dizer que trabalha menos que Nadal. Porque no fundo para fazer aquelas pancadas e ter aquela consistência tem de aperfeiçoar ao limite os movimentos. A esquerda em slise e a direita cruzada parecem naturais, mas tem muito trabalho de maquinização. Quanto a Messi prima pelo memso diapasão, a que louvar a capacidade de sofrimento quando era o último a ser escolhido nas equipas da escola, porque tinha o crescimento muito atrasado. A sua capacidade de driblar 4 e 5 de rematar quando vem o sexto e fuzilar, o seu talento que julgam natural é uma obra d emuitos treinos com e sem bola de velocidade e execução técnica. Até que ponto Fábio Paim não tem mais talento que Messi? Fábio Paim com 13/14 anos era invejado por Cristiano Ronaldo. não potencializou o seu talento devido à fraca mentalidadee por isso pouco trabalho.

Por outro lado o talento não é só a execução técnica espectacularmente vistosa. É tanto de talento fintar 4 ou 5 com o sempre pressionado ter uma capacidade de passe de 95% como Xavi. Ou fazer cavalgadas de 30 emtros sem perder a bola e aparecer a finalizar como nada fosse como ronaldo. No ténis é tanto de talento as jogadas que Federer executa um excelente serviço e combina o slise com a sua direita fulminante do que os amortis de Naal e o seu spin.

Quanto a Phelps e Bolt é mais difícil de explicar porque aqui a execução é igual. Isto todos corremos da mesma maneira (com dois pés, todos os velocistas partes da mesma maneira em ziguezage e todos fazem os mesmos movimentos de braços). uns fazem melhores que outros e Bolt tem uma passada muito larga aliada a maior velocidade da história da humanidade, por isso é quase imbatével. Mas Asafa Powel é claramente o melhor partidor da história dos 100 metros, ams treina isso 2 horas por dia. Phelps treina e tem uma alimentação que nem um animal e um carácter fortíssimo. Um dia uma professora disse que ele não ia a lado nenhum, foi essa frase que o motivou e fez trablhar rumo a um patamar olímpico que nunca foi alcançado.

Todos os talentos são trabalhados e nunca se pode dizer que flano tal é mais talentoso que flano tal. Isso é como medir a inteligência. Quem é mais inteleigente quem tem melhores notas ou quem consegue manter as suas relações sociais da melhor forma? Por isso o conceito de talento é mais alargado do que parece.

Aos 24 anos volto a repetir Federer tinha menos títulos de Nadal, por isso será uma luta tinânica pelo posto d emelhor de sempre e Federer está terrivelmente ameaçado e não confortável.

Quanto à questão de melhor de sempre, na minha crónica sobre Nadal escrevi que se ele melhorasse a sua gestão física seria eternamente o melhor de sempre. Este remate foi uma espécie soltamento da minha paixão pelo jogo de Nadal. Pela forma como eu vibro com as suas vitórias, como eu sou capaz de passar 8 horas num restaurante para o ver jogar, como eu sou capaz de perder uma final da taça entre o porto e o Sporting para o ver jogar.

Porque na verdade o desporto evoluí tal como na humanidade e é praticamente impossível daqui a 50 anos não haver alguém melhor que Bolt, que Nadal, que Federer, que Phelps, que Schumacher, que Kelly Slater, que Isinbayeva e que Amostrong.


De stevefg_8 a 27 de Janeiro de 2011 às 17:37
João, aceito o teu ponto de vista. mas tu nao entendeste o que disse...eu disse que por o talento ser maior (está a vista de todos) nao precisam de trabalhar tanto como os rivais...quantas horas passou ronaldo no ginásio?pois, Messi até tem problemas de crescimento.
foi isto que quis dizer.
Quanto ao melhor de sempre,nadaç dificilmente lá chegará. nao é só os titulos que definem isso. e mesmo se fosse, Nadal dificilmente alcançará o que Federer já alcançou. maior parte do tempo está de fora..


De João a 27 de Janeiro de 2011 às 19:51
O que quero dizer é que dizer por exemplo que Messi tem mais talento que Xavi é pura mentira. Porque isso é redimensionar a perspectoiva do desporto para a questão do espectáculo. E é tão difícil passar por 5 e rematar fuzilando quando pressionado por 6, do que ter 95% de passes num jogo em que é pressionado e tem de agir rápido. O talento não é maior nem menor. Daí a minha comparação do talento com a inteligência, existem vários tipos de talento.
Po routro lado a ideia feita de que ronaldo trabalha mais que Messi nãoa dvém do talento, mas sim da completude que o portugu~es fruto das suas características tem que fazer. Ronaldo executa mais coisas que Messi, toca a bola em mais zonas do campo e diversifica o seu jogo por isso tem que trabalhar mais capítulos de jogo. Mas Messi para chegar onde chegou passou horas a fazer trabalho de velocidade com e sem bola e a ficar depois dos treinos a aperfeiçoar movimentos.

O melhor de sempre são os títulos. Porque nada significa no desporto sem a visão pragmática. Porque os atletas estão lá para vencer e apenas dão espectáculo porque por vezes esse é o melhor caminho para vencer. mas o espectáculo é acessório e circunstâncial. Por isso se reparares nos vencedores dos últimos campeonatos da europa: Grécia e Espanha e do Mundo França e Espanha tinham tudo menos um futebol empolgante.

O desporto vive para os títulos é isso que faz os atletas e os clubes treinarem para vencer, o resto é conversa...

É tanto equipa o Brasil de 1970 como a Grécia em 2004. E sim os gregos não ganharam por sorte, foi preciso muio trabalho para criar a equipa mais consistente a defender da história do futebol. Para mim ver a sua cultura táctica em 2004 é tão ou mais espectacular do que ver um livre de Ronaldo, um golo de Messi após fintar meia-equipa, arrancadas de Eusébio e o golo histórico de Maradona.


De stevefg_8 a 27 de Janeiro de 2011 às 21:59
concordo apenas com o que disseste da Grécia. dos títulos nao, porque ninguem irá recordar o Inter do ano passado que ganhou tudo e muitos recordam a Holanda de Cruyff que nao ganhou nada..


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