De João Perfeito a 2 de Janeiro de 2012 às 16:30
Pois é como no futebol... Um jogador atingiu o top e prefere sair em grande. Como o Zidane aos 34 anos. Mas nem precisamos de falar de casos estrangeiros, o Rui Costa aos 32 na selecção (continuando a jogar mais 4).

Apesar de tudo sou contra esta maneira de estar no desporto. Na minha opinião temos que ser exigente connosco mesmos e ainda para mais num desporto colectivo.

Giggs a caminho dos 40 anos apesar de não ser um Ronaldo ou um Messi continua a ser dos melhores executantes do Mundo e entre 2000 e 2003 estava no aude. Podia-se ter retirado aos 33 anos (em grande) por exemplo, mas deixava de ser o jogador que é hoje.

Por isso para mim quando me falam em Maradona- eu respondo- Ryan Giggs. Regularidade, 20 anos no mínimo a nível médio-alto- isto é que tem mais valor.

Só contra a efemeridade das estrelas e um jogador que em 20 anos brilha, mesmo nem sempre de forma cintilante é melhor do que outros que não tiveram mais de 8/10 anos anos de fama.

O Wilkinson certamente não poderia voltar aos tempos de outrora, mas podia ser um excelente suplente. Não podemos viver só nos momentos altos. E na minha opinião devia sempre caber ao país seleccionar um atleta e não o contrário.


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